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MAIS UMA X OUVIDO E PENSANDO EM NOVAS RESTRINÇÕES

Ouvido voltou a vazar muito , olho grudado e por ai vai ..
Levei na pedi na segunda e pesamos , medimos e Malú tem crescido , mas não tem engordado muito .. mas tbém a língua vive ferada e ela não quer comer , e eu não insisto ..
Bom como o ouvido tá péssimo novamente ela resolveu entrar mesmo com o ATB ..
Confesso que não sei mais oque fazer ou pensar .. de onde vem isso tudo , alimentação ? alergia a mais oque meu Deus ..

Conversei ontem com uma nutricionista funcional e vamos ver oque vai dar .

A única dúvida que me traz no momento e só FALTA O OVO PRA TIRAR DA ALIMENTAÇÃO E VER SE MELHORA ESTE OUVIDO .

Vamos aguardar cenas dos próximos capítulos né.. pq este ouvido tá virando filme..
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TUDO CORRENDO BEM NOVAMENTE

AFFFFFFFFFFFFFFF depois de um susto , e a mamãe aqui pirando na batatinha , Malú está ÓTIMA ..

sapeca , levada , manhosa , chorona , brincalhonha, gritona..kkkkk

tá ela mesma...

agora e a contagem regressiva pra ir na gastro ..ui, não vejo a hora.. esta semana vou fazer um resumão de tudo oque aconteceu estes ultimos tempos..

pra começar .. SEM TRIGO A MAIS DE 30 DIAS.. e SEM OTITE TBÉM...KK OQUE PROVA QUE O MALDITO FAZ MAL MESMO ...

depois que eu fizer posto aqui pra vcs..

obrigada a todas pelo carinho , pelas mensagens , email , telefonemas , pra saber da Malú..

bjos grande em cada uma de vcs..
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ALERGIA ALIMENTAR X SURDEZ

SURDEZ

A audição é o sentido responsável por captar as informações sonoras, sejam verbais ou não. O órgão que realiza esse processo é o ouvido que pode ser dividido em ouvido externo, médio e interno, sendo este o caminho percorrido pelo som até chegar ao cérebro.O som se espalha pelo ar através de uma vibração. Esta vibração é captada pela orelha externa (pavilhão auditivo e canal externo do ouvido) e é conduzida até a orelha média, onde estão localizadas estruturas responsáveis pela amplificação desta vibração. Depois de amplificada a vibração chega na orelha interna, gerando uma pequena energia elétrica que é transmitida ao cérebro pelo nervo da audição, onde será decodificada para gerar a compreensão dos sons.Qualquer alteração no ouvido externo, médio ou interno que prejudique ou impeça o trajeto do som até o cérebro pode ser causa da surdez.
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TIPOS
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Existem basicamente dois tipos de surdez: a surdez de condução e a surdez do nervo auditivo ou da cóclea.A surdez de condução é aquela que afeta o ouvido externo ou médio e acontece quando as ondas sonoras não são bem conduzidas para o ouvido interno. Infecções no ouvido com secreção, sensação de líquido ou perda auditiva, zumbido, voz fraca, etc, são alguns dos sintomas apresentados por pessoas portadoras deste tipo de surdez.A surdez do nervo auditivo ou da cóclea é aquela que ocorre quando a cóclea, órgão interno da audição, não consegue transformar a energia mecânica da vibração do som em energia elétrica para transmiti-la ao cérebro, que irá entender o som. Portadores deste tipo de surdez podem apresentar os seguintes sinais e sintomas: perda auditiva súbita ou progressiva, zumbido, tontura, vertigem, dificuldade para entender a mensagem, entre outros.
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GRAU
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O teste mais utilizado para detectar a presença de problemas de audição é a audiometria, que tem a finalidade de determinar a menor quantidade de energia acústica audível (limiar auditivo).Os limiares determinados pela audiometria são colocados em um gráfico adotado universalmente denominado audiograma. Ele expressa as freqüências sonoras em HZ variando de 250 a 8000 Hz. Estas freqüências são medidas em decibéis obedecendo a uma escala que determina o grau da perda auditiva que varia de -10 a 110 dB.Um ouvido normal possui como limiar auditivo até 25 decibéis ou menos em adultose 15 decibéis ou menos em crianças.Se o limiar auditivo obtido encontra-se entre 25 e 40 dB caracteriza-se perda auditiva leve; entre 40 e 70 dB, perda moderada; entre 70 e 90 dB caracteriza-se perda severa e a partir de 90 dB tem-se uma perda auditiva de grau profundo.Quem sofre de uma perda auditiva leve só ouve se estiver próximo de quem está falando; em uma perda moderada o paciente apresenta dificuldade para ouvir mesmo estando próximo, exigindo sempre a repetição de algumas palavras; nas perdas auditivas severas e profundas, o paciente não escuta vozes, que tem a intensidade por volta de 65 dB.
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CAUSAS
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Entre as causas da surdez estão a presbiacusia (surdez pela idade), exposição a ruído de alta intensidade, viroses (rubéola, caxumba), meningites (principalmente as bacterianas), alergias, tumores, entre outras.É muito comum encontrar como causa da diminuição da audição o excesso de cera no ouvido.A cera é uma produção normal da pele do canal externo do ouvido e tem a função de proteger esta pele contra germes e substâncias que podem contamina-la. Algumas pessoas produzem muita cera e chega a formar um tampão que impede a passagem do som, devendo ser removido por médico.Outra causa comum de surdez é a otosclerose (imobilização dos ossículos do ouvido). A otosclerose é hereditária e afeta duas vezes mais mulheres do que homem, aparece normalmente na faixa etária entre 20 e 30 anos e, na maioria dos casos, afeta apenas um ouvido. A surdez é progressiva e pode ser acompanhada de zumbido (barulho no ouvido).No ouvido médio encontra-se a membrana timpânica que funciona como se fosse uma membrana de um tambor vibrando devido ao fluxo da energia sonora. As perfurações traumáticas na membrana timpânica causam variados graus de surdez, dependendo da extensão e localização. Essas perfurações geralmente resultam de alteração violentas da pressão no conduto auditivo (mergulho, tapa ou até mesmo um beijo no ouvido) ou resultam de trauma direto por objeto inserido no conduto (grampo, cotonetes, etc). Em alguns casos ocorre a cicatrização, enquanto que em outros o tratamento é cirúrgico.Dentre as causas de surdez mais freqüentes encontra-se a otite, um processo inflamatório que pode ocorrer tanto na orelha externa como na orelha média.Quando ocorre na orelha externa a otite provoca dor intensa e descamação da pele. Como prevenção indica-se evitar a limpeza do canal auditivo com instrumentos (cotonetes) que agridam a pele do local; secar bem a orelha após a entrada de água e, para indivíduos que praticam mergulho ou natação, é indicado o uso de protetores auriculares, de acordo com seu canal auditivo. A otite média geralmente é causada por inflamações na garganta, rinites, sinusites e gripe fortes. Ocorre mais em crianças que em adultos e provoca dor exacerbada no ato da mastigação e de açoar o nariz. Essa dor cessa quando ocorre a ruptura da membrana timpânica que se reintegra, mas quando as otites são freqüentes a perfuração permanece.
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PREVENÇÃO
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Algumas precauções podem ser tomadas para prevenir a ocorrência da deficiência auditiva.No período pré-natal devemos atentar para os cuidados maternos relacionados à prevenção de doenças infecto-contagiosas que muitas vezes podem constituir séria ameaça à integridade do sistema auditivo do feto. Chamamos especial atenção para a síndrome da rubéola congênita que é uma das principais causas de surdez na infância, quando acomete gestantes nos primeiros meses de gravidez.A morbidade poderia diminuir drasticamente através de imunizações daquelas que por ventura ainda não apresentassem sorologia compatível com doença anterior no período do pré-terno. Assim, o diagnóstico precoce e tratamento de doenças tais como sífilis, toxoplasmose, citomegalo-vírus, podem diminuir a incidência da deficiência auditiva; cuidados básicos de saúde tais como alimentação adequada, higiene e educação podem prevenir doenças ditas próprias da infância tais como sarampo, varicela e principalmente a caxumba que também são causas de deficiência auditiva.Programas de vacinação adequados cumprem papel ímpar na melhora das taxas de morbidade. Seqüelas de meningite constituem também causa de surdez. Vacinas contra haemophilos poderiam evitar seqüelas no sistema nervoso central e por conseguinte perdas sensoriais devido a este agente que é importante nas meningite em crianças menores. Existem alterações que poderiam levar à surdez, tais como as metabólicas (dislipidemias, tireoidopatias, disglicidemias), vasculares (hipertensão arterial, alterações de viscosidades sanguínea, microangiopatias diabéticas), inflamatórias (autoimunes, infecciosas), medicações (anti-inflamatórios, diuréticos, anti-maláricos, antibióticos, etc), pós operatórios, genéticas, induzidas por exposição excessiva à ruído, trauma acústico, etc.Existem manifestações que podem e devem chamar a atenção de médicos e familiares, por exemplo: sono excessivamente pesado, atraso na aquisição da fala, déficit de atenção na escola, distúrbios de linguagem, etc. Visitas periódicas ao médico otorrinolaringologista se fazem necessárias para o diagnóstico precoce da surdez por conseguinte, o seu tratamento e muitas vezes o início de uma readaptação à sociedade através de aparelho de amplificação sonora e tratamentos fonoterápicos.Em nosso dia a dia, devemos tentar preservar a nossa audição evitando exposição excessiva de ruídos, não usando medicações sem controle médico, que eventualmente poderiam ser ototóxicas, visitas médicas periódicas com o intuito de diagnosticar precocemente afecções que pudessem levar a surdez. Para lavarmos as orelhas, não devemos tocar no interior do conduto auditivo, apenas a parte externa da orelha pois o cerume e descamações têm movimento migratório para o seu exterior e não devemos interferir no mesmo sob pena de transtornos tais como rolhas de cerume e otites. Em casos de dor eventualmente, usar compressas quentes e secas, e procurar o especialista sempre que houver alguma dúvida.O diagnóstico precoce é essencial para que a maioria das causas da surdez sejam controladas e tratadas e sempre há alguma coisas a se fazer.Para as pessoas com problemas alérgicos ou metabólicos existe tratamento medicamentoso enquanto que no caso de tumores o tratamento é cirúrgico. Em muitos casos não existe cura para o problema mas há recursos que o amenizam como os aparelhos auditivos.Os aparelhos auditivos não curam a surdez mas levam a pessoa a ouvir bem, o que é um primeiro passo para o restabelecimento de um bem estar individual.Procure um otorrinolaringologista e/ou uma fonoaudióloga sempre que você ou alguém próximo a você: não entender o que as pessoas falam; usar o rádio ou TV muito alto; pedir para repetir o que as pessoas falam ou tiver que fazer esforços para ouvir.
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MALÚ ESTA A 7 MESES COM OTITE

Oque tem me deixado apavorada e com muito medo ..

Medo da perca de audição , medo , medo e medo ..

Pesquisei muito achei textos Ótimos e histórias que me fizeram chorar..

Vou postar aqui sem permissão mas se a dona não quiser e só avisar que eu retiro ok.. mas é um história de alerta , que me chamou a atenção ..

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O menino que ficou surdo por causa da alergia alimentar
Há alguns anos, um moto taxi veio a minha loja fazer uma coleta de produtos sem lactose para uma boleira. Quando ele viu uma caixa de chocolates, ele ficou chocado e me perguntou: Existe chocolate sem lactose?
Os chocolates de soja tinham acabado de ser lançados e a SOS Alergia foi uma das primeiras empresas no Brasil a trabalhar com eles. Nessa época, alguns pais chegaram a chorar ao ver seus filhos comendo chocolate pela primeira vez.Bom, mas voltando para o moto taxi... ele me contou que seu filho, desde que nasceu, tinha repetições de otites (infecções no ouvido). Ele e sua esposa sempre levavam a criança ao posto de saúde e todas vezes, a otite era simplesmente tratada com antibióticos.Um dia, desesperado, ele decidiu juntar suas economias e até mesmo emprestar um pouco de dinheiro de conhecidos para levar seu filho a uma pediatra particular. Depois de fazer diversos exames, a médica olhou para os pais e disse: "Pai e mãe, fiquem tranquilos. Seu filho tem apenas 'alergia do leite'. Basta vocês tirarem o leite e seus derivados que ele vai melhorar"Dois dias depois, a criança estava ótima. Seu humor era outro e tanto a criança quanto os pais dormiram pela primeira vez uma noite inteirinha. Segundo o pais, a mudança foi da água para o vinho. Porém, meses depois, eles fizeram um exame auditivo e para a tristeza de todos, o menino estava com a audição de um dos ouvidos 100% comprometida.O pai se lamentava comigo dizendo: "Eu sou pobre, eu reconheço. Mas, se me dissessem que eu precisava dar um remédio de R$ 1.000.00, apesar de não ter, eu daria um jeito de conseguir. Agora o que me revolta é saber que era só eu tirar o leite do meu filho! Não é preciso ser rico para fazer isso. Qualquer pessoa consegue fazer, mesmo uma pessoa simples como eu!"Histórias como essa me fizeram ter um olhar diferente para a alergia alimentar.Quanta gente sofre ou vê seus filhos sofrendo simplesmente por não saberem que existe algo em sua alimentação que lhe faz mal.Os alimentos que mais causam alergia são:- Leite de vaca (lactose ou proteínas) e seus derivados;- Ovo- Corantes- Peixes e crustáceosTambém tenho conversado com muitas mães que tem filhos alérgicos a soja, ao gluten, ao milho, ao feijão e outros.As principais dificuldades que as mães encontram são:- Primeiramente, a dificuldade para descobrir que as crises são causadas por alimentos. Quantas mães eu já conheci que ficaram anos tratando seus filhos com dermatologistas ou pneumologistas quando as dermatites ou problemas respiratórios eram causadas pelo consumo de algum alimento! (Vale ressaltar que esses profissionais são importantíssimos e que muitas vezes realmente as reações podem ser causadas por outros fatores, como ácaro, contato com produtos químicos...).- A não aceitação por parte da sociedade: família (principalmente tias e avós), vizinhos, professores... Para muitos, a alergia é sinal de frescura e é algo que só acontece em gente rica. Isso é uma mentira, pois como tantas outras doenças a alergia não escolhe raça, cor, sexo, status social, situação financeira...- A dificuldade de encontrar alimentos totalmente isentos das substâncias causadoras das reações alérgicas (ainda existem poucas opções no mercado). Também, vale citar a questão dos rótulos. O ideal seria que viessem com informações como: Contém leite de vaca ou pode conter traços de lactose, pois algumas vezes as mães compram um produto que não contém lactose ou leite, mas que contém caseína e ela não sabe que a caseína é uma das proteínas do leite. Ou por exemplo, a criança tem alergia a ovo e mãe compra um produto que contém albumina por não saber que a albumina é uma proteína da clara do ovo.- A falta de cuidado, controle ou mesmo conhecimento por parte das escolas ou professores, inclusive, não observando a troca de lanches entre as crianças.- Diversas outras que a medida que eu for me lembrando irei acrescentando.Ah!!! Se quiser, deixe seu relato também! Quem sabe dessa forma possamos sensibilizar aqueles que não acreditam em alergia!''